quinta-feira, 29 de abril de 2010

Pense:Dar valor no que Temos.

Pense:

O Dono de um Pequeno comércio,amigo do grande poeta Otavio Bilac,abordou-o na rua. -Sr.Bilac,estou precisando vender o meu sítio que o Sr.conhece muito bem;será que o Sr.poderia redigir um anuncio para o jornal?Olavio Bilac apanhou o papel e escreveu:" Vende-se encatadora propriedade, onde ,ao amanhecer,cantam os pássaros no extenso arvoredo.A propriedade é cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão.A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranquila das tardes.na varanda".Meses depois.o poeta encontra o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sitio.-Nem pensei mais nisso.Quando li o anunco é que percebi a maravilha que tenho.As vezes não descobrimos as maravilhas que temos conosco e vamos longe atras de miragem de falsos tesouros.
Fonte: Paroquia São Lourenço "Arquidiocese de Londrina"

Desemprego tem a menor taxa para março desde 2002, diz IBGE

Desemprego tem a menor taxa para março desde 2002, diz IBGE


Taxa foi de 7,6% em março; um ano antes, havia sido de 9%.Em fevereiro de 2010, desemprego havia sido de 7,4%.
Do G1, em São Paulo
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A taxa de desemprego recuou e ficou em 7,6% em março, contra os 9% registrados no mesmo mês de 2009, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira (29).
Na comparação com fevereiro, quando houve alta de 7,4%, o desemprego ficou praticamente estável.
Os dados analisam a situação de seis regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre.
Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE (Foto: Editoria de Arte / G1)
Segundo o IBGE, esta foi a menor taxa para um mês de março em toda a série da Pesquisa Mensal de Emprego, iniciada em 2002.
A taxa de desocupação também foi a menor para um mês de março desde o início da série em cada uma das seis regiões pesquisadas pelo IBGE.
Desocupados e rendimentosNo mês passado, no conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas pelo IBGE, Salvador foi destaque, com nível de desemprego de dois dígitos (11,3%). Na sequência, apareceram São Paulo (8,2%) e Recife (8,1%). No Rio de Janeiro, o indicador ficou em 6,4%, seguido de perto por Belo Horizonte (6,3%). A menor leitura coube a Porto Alegre, onde a taxa de desocupação se situou em 5,9%.
A população ocupada ficou em 21,7 milhões, mesmo patamar de fevereiro e 3,8% maior que em março de 2009, percentual que equivale a 796 mil postos de trabalho a mais.
O número de trabalhadores com carteira assinada, que chegou a 10 milhões no mês, ficou estável em relação a fevereiro e subiu 7,2% em relação a março de 2009. Segundo o IBGE, foram criados no mês 668 mil empregos com carteira assinada em um ano.
De acordo com a PME, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores no mês foi de R$ 1.413,40), alta de 0,4% em relação a fevereiro e avanço de 1,5% em relação aos dados observados há um ano.
(Com informações do Valor Online)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

"Firme e Rígido"

As farmácias que se preparem . . .

STJ derruba patente do Viagra; Pfizer "respeitosamente discorda"

SÃO PAULO (Reuters) - O Superior Tribunal de Justiça (STF) derrubou nesta quarta-feira a patente do Viagra, remédio usado para o tratamento de disfunção erétil, possibilitando a produção do medicamento genérico por outros laboratórios no país a partir de junho.

Por cinco votos a um, o STJ decidiu pela extinção da patente do remédio, fabricado pelo laboratório Pfizer, a partir de junho de 2010.

Em nota, a farmacêutica afirmou que "acata, mas respeitosamente discorda da decisão do Tribunal" e disse só "se manifestará após tomar conhecimento do inteiro teor da decisão."

O relator do caso, ministro João Otávio de Noronha, concluiu que a legislação brasileira prevê que a proteção das patentes é calculada pelo tempo remanescente da patente original, a contar do primeiro depósito no exterior.

Segundo o tribunal, a primeira patente do Viagra foi depositada na Inglaterra em junho de 1990. A Pfizer sustentava que o pedido só foi concluído em 1991 e defendia a exclusividade sobre o medicamento até junho de 2011.
tomado msn latinoamerica

Prefeitura estuda privatizar o VGD

Depois de anunciar a intenção de vender o Estádio Vitorino Gonçalves Dias (VGD), em dezembro do ano passado, a prefeitura de Londrina estuda agora uma alternativa para garantir investimentos ao estádio e, ao mesmo tempo, mantê-lo funcionando.
A ideia é privatizar o local nos moldes de uma licitação, em que a empresa que oferecer melhores propostas de investimentos e contrapartida teria direito a usufruir do estádio. O VGD foi cedido em regime de comodato para o Londrina no início dos anos 90. Inicialmente, o prazo era de 10 anos, que foi renovado por mais 10 em 1999. “O que não podemos ter mais é a cessão pura e simples, onde o grupo ao qual está cedido usufrui e depois vai embora deixando o estádio ao Deus dará”, afirmou o presidente da Fundação de Esportes de Londrina (FEL), Paulo Roberto de Oliveira. De acordo com ele, a ideia da prefeitura é que a empresa vencedora da licitação, além de utilizar o espaço, tenha obrigações de investimentos. “Tudo tem que ser pensado em valores e não pode ser muito alto porque senão ninguém se interessa”, avaliou.
De acordo com o presidente da FEL, ainda há um grupo da prefeitura estudando a melhor forma de fazer a licitação. “Estamos nos reunindo e discutindo a questão. Ainda não há uma linha definida”, explicou. Oliveira disse ainda que o projeto de licitação deve passar pela secretaria municipal de Gestão Pública. A proposta pode ser estabelecer um valor mínimo para que a empresa interessada invista no VGD, com o direito de utilizar o local. Quem oferecer o valor maior, ganharia a licitação.
“A empresa vencedora cuidaria e faria investimentos no estádio. São coisas necessárias para melhorar a condição”, disse Oliveira. Para ele, estariam aptos a participar da licitação “qualquer grupo interessado, de qualquer parte do país e do mundo”. “Pode ser um grupo alemão, um grupo português. Desde que se defina exatamente o que tem que fazer.” O presidente da FEL revelou que o prefeito Barbosa Neto (PDT) já manteve conversas com o Grupo Universe, que administra o Londrina Esporte Clube (LEC). “Se o Londrina tiver interesse. Mas pode ser também o PSTC, a SM Sports, a Júnior Team. Qualquer dessas equipes que estão se encaminhando no sentido de privatização do desporto”, afirmou. Por enquanto, não há previsão de publicar edital. Entretanto, Oliveira afirmou que não há interesse em demorar a definir a forma da licitação. “Não é algo tão lento. Tem que dar certa acelerada, mas tem que ser dentro dos moldes de uma licitação legal.”
Venda
No ano passado, a prefeitura havia anunciado a intenção de vender o VGD. Esta hipótese não foi descartada. “Se for vender, tem que passar pela Câmara. Mas não é que foi descartada. Se tivermos alguém que venha e conserve, reestruture e reforme, não tem porque vender. Se lançarmos o edital e não houver interessados, teremos que buscar outra estratégia de solução. Ante, temos que passar pela privatização”, declarou Oliveira.
Qual seria uma boa solução para o VGD? Deixe sua opinião

terça-feira, 27 de abril de 2010

Quarto atentado a Onibus em Londrina

Criminosos incendiaram mais um ônibus no Norte do estado. Desta vez, o atentado aconteceu na cidade de Ibiporã, a aproximadamente 15 km de Londrina. Homens armados renderam o motorista de um coletivo da empresa TIL Transportes, na noite da segunda-feira (26), mandaram os passageiros descer, espalharam um líquido inflamável e atearam fogo no veículo.
De acordo com o delegado-chefe da 10ª Subdivisão da Polícia Civil, Sérgio Barroso, o ataque seria uma resposta a prisão de um traficante no fim de semana. Ele classificou a ação como “um ato de vandalismo”. “As informações que obtivemos é que o ‘amigos’ deste traficante revoltados com a prisão dele resolveram incendiar o ônibus”, explicou.
Segundo o delegado de Ibiporã, Marcos Belinati, os bandidos estavam em um ponto de ônibus localizado nas esquinas das Avenidas Londrina e Estudantes, Jardim San Rafael, e deram sinal para o coletivo parar. “Neste momento, um deles entrou armado e mandou o condutor descer. Outros dois homens entraram pela porta de trás, mandaram os passageiros saírem enquanto espalhavam, provavelmente, gasolina”, disse.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas quando chegou ao local o ônibus já estava completamente destruído pelas chamas. Ninguém ficou ferido.
Esse é o quarto ônibus incendiado na região somente no mês de abril. Nos dias 8 e 9, três coletivos foram queimados em Londrina. As ações seriam uma represália a supostos maus-tratos contra detentos do Centro de Detenção e Ressocialização (CDR). Todos os acusados de participarem dos atentados foram presos.
Ao ser questionado sobre se o fato de Ibiporã teria relação com os atentados de Londrina, Belinati afirmou que qualquer ligação entre os casos é “prematura”. “Não podemos fazer nenhum tipo de afirmação nesta linha, pois os criminosos não deixaram nenhum bilhete no local do crime. Estamos trabalhando e acredito que em breve vamos dar uma resposta à população”, afirmou.
A direção da TIL Transportes não quis se manifestar sobre o atentado. Ela comunicou que está no aguardo dos laudos da perícia e dos depoimentos do motorista e passageiros para se posicionarem sobre o caso.
O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de Londrina (Metrolon) informou que a entidade, as empresas e a Polícia Militar (PM) irão colocar em prática medidas para reforçar e garantir a segurança de motoristas e passageiros.
Atentados em série
O modo de ação dos criminosos em Ibiporã se assemelha aos ataques praticados em Londrina. Em todos os casos, os bandidos se passaram por passageiros e solicitam a parada dos veículos em pontos de ônibus. As ações também são rápidas. Como os coletivos tem muitos materiais inflamáveis as chamas se alastram rapidamente.
Em Londrina, a Polícia Civil prendeu todos os suspeitos de participarem dos ataques. Segundo a polícia os dois atentados do dia 8 de abril foram praticados pelo mesmo grupo. Já o terceiro, no dia 9, foi praticado por adolescentes e, de acordo com a polícia, não estaria relacionado as primeiras ações.
A conclusão do inquérito policial apontou que a motivação dos ataques foi uma represália de “amigos” de presos do CDR que teriam direito a progressão para o regime semiaberto. “Esses detentos acreditaram que com o mutirão carcerário eles seriam postos no semiaberto ou, se não tivesse vagas, seriam libertados. O que estava totalmente fora da realidade. Como isso não ocorreu ‘amigos’ atearam fogos nos dois primeiros coletivos”, explicou o delegado Sérgio Barroso.