quarta-feira, 26 de novembro de 2008

"A volta dos que não foram..."


Interessante a declaração do vereador Tercilio Turini (PPS) (ex-PSDB) de que poderia ser candidato a prefeito em uma eventual nova eleição em Londrina, no periodo pré-convenções foi sondado por todos os partido que acreditavam que ele seria o vice dos sonhos , mas naquele momento "escorregou mais do que sapato de vidro em pau de sebo", e não aceitou ser vice de nenhum candidato, para depois levar o PPS a compor com o candidato Barbosa Neto do (PDT), (ação da qual dever estar arrependido de ter feito após as inúmeras denúncias que pesaram contra Barbosa e seu apoio à Belinati).

Na justificativa para não disputar , Turini citou ''dificuldades de estruturação da campanha em nível similar à dos demais concorrentes'' e também a atual crise no Legislativo, que se arrasta há mais de cinco meses. Desde então, nove dos 18 eleitos tiveram seus nomes citados em denúncia de formação de quadrilha, dois renunciaram ao mandato e duas prisões foram feitas - além de três afastamentos mantidos pela Justiça, e outros quatro cujo pedido deve ser analisado hoje. O vereador alega que ''está difícil'' o panorama para quem quiser pedir votos ao eleitor, este ano.(Folha de Londrina 18/06/08)

Agora me pergunto ficou mais facil pedir votos agora ? A crise da camara já é efetivamente coisa do passado? Terá o vereador menos dificuldades em estruturar a campanha neste momento? Os ataques que poderia sofrer e expor sua vida pregressa ja não o preocupam? A meu ver parece mais um meia culpa por não ter tido a ousadia de disputar , e uma justificativa à composição feita no primeiro turno, que deixou o PPS bem menor do que era. E tambem uma exelente oportunidade para estar na midia, pois 2010 está próximo. . .

terça-feira, 25 de novembro de 2008

"Nas Sombras"

Circula por ai a boca pequena, que um grupo de vereadores que vem já a algum tempo reunindo se para tratar o tema do próximo presidente da casa (e virtual prefeito interino), já começa a interiorizar a indicação do vereadorer Jairo Tamura (PSB), que seria o que teria menor resistência entre todas as forças partidarias. É esperar para ver .

"Articulação"

No último domingo se reuniram em Londrina, prefeitos, vice prefeitos e vereadores eleitos pelo PT na região de Londrina, o encontro acontenceu no Hotel Tomazzi, com a presença de dirigentes estaduais e municipais do partido, entre eles o Ministro do Planejamento Paulo Bernardo, o Dep Federal André Vargas, a Secretária de Estado Lygia Puppato , a presidente do Pt estadual Gleyce Hoffman, entre outros , debaateram sobre a organização partidaria a partir dos municipios , alem disso uma breve pincelada sobre 2010, na expectativa de ter um partido organizado para disputar a sucessão do presidente Lula, e pavimentar uma via ao palacio do Iguaçu.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

"Desde Brasilia"


Nestes dias acontece em Brasilia, reunião com o grupo de trabalho dos Ministérios da Educação, Saúde e Relações Internacionais, onde será apresentado o projeto piloto para revalidação dos diplomas de medicina obtidos em Cuba, a expectativa e que se somem esforços para que o projeto incorpore sugestões dos revalidandos, apesar que existe um forte lobby contrário do Conselho Federal de Medicina, de qualquer projeto que represente mais profissionais no mercado. É esperar para ver, a reunião acontece no dia 21 a partir das 09:00 hrs na sede da OPS (Organização Panamericana da Saúde) no Distrito Federal

terça-feira, 18 de novembro de 2008

" Infidelidade Partidária"


O deputado federal André Vargas criticou o debate que está sendo criado sobre a possível aprovação do projeto que abre uma janela para que parlamentares troquem de partido em determinado período antes das eleições sem que desrespeitem a ação de infidelidade referendada pelo STF.Para o deputado federal, a criação da janela pode ser um reflexo de inaptidão por parte da Câmara, já que estão deixando de lado a discussão de uma reforma política ampla e séria, para discutir um assunto isolado.“Segundo informações, ficará para depois da eleição da Câmara a aprovação da Reforma Política. Seria uma desmoralização para o Congresso Nacional, e em particular para esta Casa, se depois de tanto nos esforçarmos por uma Reforma Política, virmos aprovada apenas a janela da infidelidade, que é o que está se desenhando. Isso significaria o reconhecimento da nossa incompetência. Por que não se discute a Reforma Política como um todo?”, questionou Vargas.De acordo com o deputado federal, a reflexão é a de que os deputados não podem entrar nessa. Não devem tratar a fidelidade partidária apenas como um arranjo de forças para que as pessoas possam se eleger. Tem de discutir a questão de forma séria. Precisam reformar a Lei Geral dos Partidos, discutir as coligações proporcionais e a existência dessa profusão de partidos, que agora são mais de 30.“O problema está em se vamos, ou não, abrir a possibilidade de um Parlamentar se desfiliar um mês antes das eleições. Lembro que as eleições ocorrem no Brasil de dois em dois anos. Dessa forma, num período de quatro anos haveria duas possibilidades de troca parlamentar, fato que terminaria por institucionalizar a infidelidade partidária”. André Vargas propõe então um debate amplo para o assunto: “Como exigir, portanto, identidade ideológica com essa quantidade de partidos? E a questão do financiamento eleitoral? Temos 5.500 municípios no Brasil, sendo que as grandes maiorias são pequenos municípios, onde o poder econômico se faz valer. Fica claro e nítido o investimento de massa também nos grandes municípios. Mas as eleições são mudadas e alteradas ao sabor do poder econômico: quanto menor mais difícil disputar uma eleição. Que democracia queremos com esse tipo de debate enviesado? Portanto, mesmo que a Casa Civil sinalize qualquer coisa, sou absolutamente contrário à abertura de qualquer janela para infidelidade partidária, que é esse o nome que se deve dar”.