A analise que eu faço da recente etapa de conversas entre PT e PDT no sentido de pavimentar uma aliança rumo ao Palácio do Iguaçu, ela já era dificil desde seu inicio dado ao fato de que sempre existiram divergências históricas e pontuais entre os petistas e o própio senador Osmar Dias,o PT tentou viabilizar uma aliança que por um lado fosse um contraponto ao avanço do PSDB rumo ao governo do estado, e por outro lado garantisse um palanque forte para a candidata do PT à presidência da república. No entanto o que era bom pra Osmar nesta composição não era tão bom para o PT, que já encontrava certa resistência em setores do própio partido quando o assunto era Osmar Dias, principalmente nas alas ligadas aos movimentos sociais, e derrepente para garantir a aliança com o Osmar Dias (ruralista), ter que abrir mão da candidatura ao Senado, posto este que o PT reivindica, já que o ultimo senador que elegeu não representou em nada o PT do Paraná. Isso sim seria quase impraticável de explicar para sua militância, abrimos mão de tudo e ainda sem a garantia de estarmos de fato no poder, e ao abrir mão do senado, melhora a vida de Requião, Osmar e cia, mais cria uma celeuma no interior do própio PT, por isso para finalizar , hoje o PT do Paraná ao meu ver tem dois caminhos caso a aliança já fraturada com o PDT não se concretize:
Um: Buscar uma aproximação com o PMDB, Dois: Lançar candidatura própria e potencializar a eleição do Senado , e dos seus deputados e deputadas .
O tempo dirá o que acontecerá
sábado, 10 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
"Teatro Municipal de Londrina já tem R$ 6,5 milhões"
Teatro Municipal de Londrina já tem R$ 6,5 milhões
Ministro da Cultura, Juca Ferreira, afirmou ao deputado André Vargas que virá à cidade para assinar o convênio.
Há quatro anos o deputado federal André Vargas (PT-PR) vem trabalhando para que um antigo sonho dos londrinenses se torne realidade. Ontem, finalmente, o Ministério da Cultura empenhou os primeiros R$ 6,5 milhões para o início das obras do Teatro Municipal de Londrina. “Nosso primeiro trabalho foi incluir uma emenda de R$ 10 milhões no Orçamento, ainda em 2006. Depois fizemos todo o acompanhamento do cotidiano do Congresso. As verbas não são liberadas automaticamente”, explicou.
Ele lembrou que é preciso um acompanhamento sistemático da tramitação da emenda. Houve atrasos por parte da apresentação dos projetos que deveriam ter sido encaminhados pela Prefeitura de Londrina, houve inclusive uma polêmica na administração interina, onde se dizia que a verba estava perdida. “Continuamos cuidado do projeto e recentemente entreguei o edital, ao atual prefeito Barbosa Neto, em que o convênio era prorrogado. Temos falado sistematicamente com o ministro Juca Ferreira (Cultura) e ele garantiu que virá a Londrina assinar o convênio”, afirmou.
Vargas disse que o anúncio feito ontem só o alegra, pelo cuidado e zelo que tem tido com este projeto em Brasília. “Esperamos que rapidamente a prefeitura faça a licitação e inicie a obra. Vamos precisar ainda de mais recursos, uma vez que a obra é orçada em mais de R$ 35 milhões. Portanto, a prefeitura ainda vai precisar muito do trabalho parlamentar dos deputados federais e eu estou à disposição para concretizar este sonho da comunidade cultural e dos londrinenses”, ressalta.
Em relação ao fato de a prefeitura não ter citado seu nome na divulgação do empenho, Vargas disse que não se importa, mas estranha a atitude. “Mesmo tendo disputado a eleição e mesmo tendo perdido, continuei trabalhando pela cidade. São três viadutos que estamos viabilizando, sendo que um deles já teve a obra iniciada. São mais de 4 mil moradias que temos articulado para a cidade e agora o teatro municipal, além de outros projetos para a área social. Eu realmente estranho a atitude do prefeito, as poucas obras que estão sendo tocadas em Londrina são com apoio do Governo Federal, ele sabe que precisa deste apoio. A gratidão faria muito bem aos parceiros que trabalham com o presidente Lula. O mais importante é que o teatro saia. Teremos o agradecimento da população e mesmo tendo discordâncias políticas e não concordando com o jeito que a cidade vem sendo gerida, estamos despejando milhões de recursos na cidade e vamos continuar fazendo”, finaliza.
Blog Andre Vargas
Ministro da Cultura, Juca Ferreira, afirmou ao deputado André Vargas que virá à cidade para assinar o convênio.
Há quatro anos o deputado federal André Vargas (PT-PR) vem trabalhando para que um antigo sonho dos londrinenses se torne realidade. Ontem, finalmente, o Ministério da Cultura empenhou os primeiros R$ 6,5 milhões para o início das obras do Teatro Municipal de Londrina. “Nosso primeiro trabalho foi incluir uma emenda de R$ 10 milhões no Orçamento, ainda em 2006. Depois fizemos todo o acompanhamento do cotidiano do Congresso. As verbas não são liberadas automaticamente”, explicou.
Ele lembrou que é preciso um acompanhamento sistemático da tramitação da emenda. Houve atrasos por parte da apresentação dos projetos que deveriam ter sido encaminhados pela Prefeitura de Londrina, houve inclusive uma polêmica na administração interina, onde se dizia que a verba estava perdida. “Continuamos cuidado do projeto e recentemente entreguei o edital, ao atual prefeito Barbosa Neto, em que o convênio era prorrogado. Temos falado sistematicamente com o ministro Juca Ferreira (Cultura) e ele garantiu que virá a Londrina assinar o convênio”, afirmou.
Vargas disse que o anúncio feito ontem só o alegra, pelo cuidado e zelo que tem tido com este projeto em Brasília. “Esperamos que rapidamente a prefeitura faça a licitação e inicie a obra. Vamos precisar ainda de mais recursos, uma vez que a obra é orçada em mais de R$ 35 milhões. Portanto, a prefeitura ainda vai precisar muito do trabalho parlamentar dos deputados federais e eu estou à disposição para concretizar este sonho da comunidade cultural e dos londrinenses”, ressalta.
Em relação ao fato de a prefeitura não ter citado seu nome na divulgação do empenho, Vargas disse que não se importa, mas estranha a atitude. “Mesmo tendo disputado a eleição e mesmo tendo perdido, continuei trabalhando pela cidade. São três viadutos que estamos viabilizando, sendo que um deles já teve a obra iniciada. São mais de 4 mil moradias que temos articulado para a cidade e agora o teatro municipal, além de outros projetos para a área social. Eu realmente estranho a atitude do prefeito, as poucas obras que estão sendo tocadas em Londrina são com apoio do Governo Federal, ele sabe que precisa deste apoio. A gratidão faria muito bem aos parceiros que trabalham com o presidente Lula. O mais importante é que o teatro saia. Teremos o agradecimento da população e mesmo tendo discordâncias políticas e não concordando com o jeito que a cidade vem sendo gerida, estamos despejando milhões de recursos na cidade e vamos continuar fazendo”, finaliza.
Blog Andre Vargas
quarta-feira, 7 de abril de 2010
"A mídia e suas damas contra Cuba"
Na ânsia por virar a página da pré-história da Humanidade, há homens e mulheres que têm se dedicado a fortalecer os laços de solidariedade, coletivismo, justiça e amizade, dando o melhor de si para construir relações mais harmoniosas de convivência entre países e povos.
Na linha de frente dessa caminhada, há um país e um povo que têm se esmerado por fazer valer este compromisso, conduzindo a bandeira da liberdade, da igualdade e da fraternidade com invulgar determinação. Em que pesem as tremendas atrocidades a que ambos – país e povo - vêm sendo vitimados pela – ainda - principal potência do planeta e seu bloqueio criminoso, Cuba exibe as mais altas taxas de educação, saúde e segurança pública do planeta.
Desde a revolução de 1º de janeiro de 1959, o povo cubano tem dado mostras de sua lealdade aos princípios, de sua inflexão frente à injustiça e de seu compromisso com a verdade. O que não quer dizer, obviamente, infalibilidade nem algo que se aproxime de uma “sociedade perfeita”. Como toda obra humana, a revolução cubana tem suas imperfeições e são os próprios cubanos, na busca incessante pela superação, os mais críticos e auto-críticos.
Para não nos estender, lembramos dos milhares de cubanos que entregaram generosamente sua vida no combate ao apartheid, lutando ombro a ombro com as tropas angolanas contra os racistas sul-africanos; dos milhares de médicos que, superando os profissionais das próprias Nações Unidas, brindam generosamente seu apoio em todos os rincões do planeta, inclusive no Brasil; do atendimento gratuito a dezenas de milhares de vítimas da tragédia de Chernobyl; dos professores que ajudaram a fazer da Bolívia e da Venezuela, assim como a própria Ilha Caribenha, territórios livres do analfabetismo; sem falar nas dezenas de milhares de alunos que acolhem dos países mais pobres da América – inclusive dos próprios EUA – que se formaram nas universidades cubanas em medicina e outras profissões essenciais para a defesa da vida.
A mesma mídia que desconhece tais feitos de um processo tão generoso, agora tem a pretensão de transformar o boato em fato ao promover criminosos comuns a presos políticos. Sem medidas para o seu achincalhe, os donos dos meios de comunicação utilizam-se da própria figura heróica das Mães da Praça de Maio, que combateram o bom combate contra a ditadura argentina, para, através das “Damas de Branco”, fazer um arremedo de “lutadoras pela liberdade”. Sem o menor descaramento, tais figuras, comprovadamente a soldo de governos estrangeiros, vêm sendo patrocinadas diretamente pela embaixada norte-americana, que tem inclusive participado com pessoal diplomático de tais ações de solidariedade aos seus agentes. A despeito de toda essa ajuda imperialista e de jornalistas-satélites, essa “oposição” não consegue reunir sequer mais que uma dezena em suas manifestações públicas.
No território cubano não existem presos políticos, torturas nem assassinatos, pois foi contra esta barbárie que a revolução se fez e consolidou. Os que existem e eles são muitos, estão todos localizados na Base de Guantánamo, ocupada militarmente há mais de um século pelo governo dos Estados Unidos. Alguns dos instrumentos utilizados nas masmorras para o escárnio podem ser vistos no Museu da Revolução, em Havana, que os exibe como prova de um tempo que não voltará, jamais. Assim como os mendigos pertencem a um lugar do passado, os milhões de cubanos só tomaram conhecimento de tamanhas atrocidades pelos livros didáticos.
Em Cuba, evidentemente, existem problemas, mas não estão no terreno dos direitos humanos, nem da tão propalada – e tão pouca praticada nos nossos países - liberdade de expressão. A chiadeira dos donos da mídia no Brasil contra a Conferência Nacional de Comunicação é prova disso.
Mas voltando à Ilha, é bom lembrar o grande poeta e herói da independência de Cuba, José Martí: “Os homens não podem ser mais perfeitos que o sol. O sol queima com a mesma luz que esquenta. O sol tem manchas. Os ingratos não falam mais que das manchas. Os agradecidos falam da luz”.
João Felício é secretário de Relações Internacionais da CUT e secretário nacional Sindical do PT, e Rosane Bertotti, sec nacional de Comunicação
Na linha de frente dessa caminhada, há um país e um povo que têm se esmerado por fazer valer este compromisso, conduzindo a bandeira da liberdade, da igualdade e da fraternidade com invulgar determinação. Em que pesem as tremendas atrocidades a que ambos – país e povo - vêm sendo vitimados pela – ainda - principal potência do planeta e seu bloqueio criminoso, Cuba exibe as mais altas taxas de educação, saúde e segurança pública do planeta.
Desde a revolução de 1º de janeiro de 1959, o povo cubano tem dado mostras de sua lealdade aos princípios, de sua inflexão frente à injustiça e de seu compromisso com a verdade. O que não quer dizer, obviamente, infalibilidade nem algo que se aproxime de uma “sociedade perfeita”. Como toda obra humana, a revolução cubana tem suas imperfeições e são os próprios cubanos, na busca incessante pela superação, os mais críticos e auto-críticos.
Para não nos estender, lembramos dos milhares de cubanos que entregaram generosamente sua vida no combate ao apartheid, lutando ombro a ombro com as tropas angolanas contra os racistas sul-africanos; dos milhares de médicos que, superando os profissionais das próprias Nações Unidas, brindam generosamente seu apoio em todos os rincões do planeta, inclusive no Brasil; do atendimento gratuito a dezenas de milhares de vítimas da tragédia de Chernobyl; dos professores que ajudaram a fazer da Bolívia e da Venezuela, assim como a própria Ilha Caribenha, territórios livres do analfabetismo; sem falar nas dezenas de milhares de alunos que acolhem dos países mais pobres da América – inclusive dos próprios EUA – que se formaram nas universidades cubanas em medicina e outras profissões essenciais para a defesa da vida.
A mesma mídia que desconhece tais feitos de um processo tão generoso, agora tem a pretensão de transformar o boato em fato ao promover criminosos comuns a presos políticos. Sem medidas para o seu achincalhe, os donos dos meios de comunicação utilizam-se da própria figura heróica das Mães da Praça de Maio, que combateram o bom combate contra a ditadura argentina, para, através das “Damas de Branco”, fazer um arremedo de “lutadoras pela liberdade”. Sem o menor descaramento, tais figuras, comprovadamente a soldo de governos estrangeiros, vêm sendo patrocinadas diretamente pela embaixada norte-americana, que tem inclusive participado com pessoal diplomático de tais ações de solidariedade aos seus agentes. A despeito de toda essa ajuda imperialista e de jornalistas-satélites, essa “oposição” não consegue reunir sequer mais que uma dezena em suas manifestações públicas.
No território cubano não existem presos políticos, torturas nem assassinatos, pois foi contra esta barbárie que a revolução se fez e consolidou. Os que existem e eles são muitos, estão todos localizados na Base de Guantánamo, ocupada militarmente há mais de um século pelo governo dos Estados Unidos. Alguns dos instrumentos utilizados nas masmorras para o escárnio podem ser vistos no Museu da Revolução, em Havana, que os exibe como prova de um tempo que não voltará, jamais. Assim como os mendigos pertencem a um lugar do passado, os milhões de cubanos só tomaram conhecimento de tamanhas atrocidades pelos livros didáticos.
Em Cuba, evidentemente, existem problemas, mas não estão no terreno dos direitos humanos, nem da tão propalada – e tão pouca praticada nos nossos países - liberdade de expressão. A chiadeira dos donos da mídia no Brasil contra a Conferência Nacional de Comunicação é prova disso.
Mas voltando à Ilha, é bom lembrar o grande poeta e herói da independência de Cuba, José Martí: “Os homens não podem ser mais perfeitos que o sol. O sol queima com a mesma luz que esquenta. O sol tem manchas. Os ingratos não falam mais que das manchas. Os agradecidos falam da luz”.
João Felício é secretário de Relações Internacionais da CUT e secretário nacional Sindical do PT, e Rosane Bertotti, sec nacional de Comunicação
"Emprego formal na construção civil bate recorde em fevereiro"
O nível de emprego na construção civil brasileira atingiu novo recorde em fevereiro, com crescimento de 1,55% na comparação janeiro, somando 2,558 milhões de trabalhadores com carteira assinada, de acordo com a pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Além de atingir o mais alto patamar da série histórica, o avanço equivale à contratação de mais 39.058 trabalhadores com carteira assinada.
No acumulado dos dois primeiros meses de 2010, o nível de emprego no setor cresceu 4,14%, com a contratação de 101.813 trabalhadores formais. No acumulado de 12 meses até fevereiro, o nível de emprego no setor aumentou 13,10%, o que corresponde a mais 296.276 trabalhadores empregados. Em nota, o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, ressalta que o resultado reforça a estimativa da entidade de que o setor de construção civil deverá crescer no patamar chinês, em torno de 9% este ano.
Tanto na construção brasileira quanto na paulista, o emprego aumentou em todos os segmentos: obras (preparação de terreno, edificações, infraestrutura, obras de instalação e acabamento) e serviços (incorporação de imóveis, serviços de engenharia e outros).
No estado de São Paulo, o nível de emprego na construção aumentou 1,54% em fevereiro ante janeiro, com acréscimo de 10.755 trabalhadores, totalizando 709.475 no acumulado do início de 2010 – outro recorde na série histórica. No ano, a alta é de 3,88% e, em 12 meses, de 11,9%.
No acumulado dos dois primeiros meses de 2010, o nível de emprego no setor cresceu 4,14%, com a contratação de 101.813 trabalhadores formais. No acumulado de 12 meses até fevereiro, o nível de emprego no setor aumentou 13,10%, o que corresponde a mais 296.276 trabalhadores empregados. Em nota, o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, ressalta que o resultado reforça a estimativa da entidade de que o setor de construção civil deverá crescer no patamar chinês, em torno de 9% este ano.
Tanto na construção brasileira quanto na paulista, o emprego aumentou em todos os segmentos: obras (preparação de terreno, edificações, infraestrutura, obras de instalação e acabamento) e serviços (incorporação de imóveis, serviços de engenharia e outros).
No estado de São Paulo, o nível de emprego na construção aumentou 1,54% em fevereiro ante janeiro, com acréscimo de 10.755 trabalhadores, totalizando 709.475 no acumulado do início de 2010 – outro recorde na série histórica. No ano, a alta é de 3,88% e, em 12 meses, de 11,9%.
"Para Pensar"
“Se quiser conhecer um cavalo, monte nele; se quiser conhecer uma pessoa, conviva com ela.”
Provérbio Tibetano.
Provérbio Tibetano.
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