quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

"Dilma segue crescendo - Pesquisa Ibope"

Pesquisa Ibope/Diário do Comércio, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo e realizada entre os dias 6 a 9 deste mês, indica que a corrida à sucessão presidencial de outubro continua polarizada pelos pré-candidatos do PSDB e do PT, respectivamente o governador de São Paulo, José Serra, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Nessa mostra, Serra tem 36% das intenções de voto e Dilma 25%. Em terceiro lugar está o deputado federal Ciro Gomes (PSB) com 11%, seguido da senadora Marina Silva (PV) com 8%. O porcentual de votos brancos e nulos somou 11% e dos que disseram não saber 9%.

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A última pesquisa divulgada pelo Ibope foi no dia 7 de dezembro do ano passado. Na mostra, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Serra registrava 38% das intenções de voto, seguido de Dilma Rousseff com 17%, Ciro Gomes com 13% e Marina Silva com 6%. Naquela pesquisa, o porcentual de votos brancos e nulos atingiu 13% e dos que disseram não saber em quem votar ou não quiseram responder somou 12%.

No cenário sem Ciro Gomes, a pesquisa Ibope/Diário do Comércio aponta José Serra com 41%, Dilma Rousseff com 28%, Marina Silva com 10%, brancos e nulos 12% e não sabem ou não opinaram 9%.

Na simulação de um eventual segundo turno entre José Serra e Dilma Rousseff, o tucano lidera com 47% e Dilma registra 33%.

A maior rejeição apontada pela pesquisa é de Ciro Gomes, com 41%, seguido de Marina Silva com 39%, Dilma Rousseff com 35% e José Serra com 29%.

Continuidade

A pesquisa Ibope/Diário do Comércio avaliou também o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para 47% dos entrevistados, a administração de Lula é boa, para 29% é ótima, para 19% é regular, para 3% é péssima e para 2% é ruim.

A mostra indagou ainda o que os eleitores gostariam que o próximo presidente fizesse. Do total de entrevistados, 34% querem a total continuidade do atual governo, 29% querem pequenas mudanças com continuidade, 25% querem a manutenção de apenas alguns programas com muitas mudanças e 10% querem a mudança total do governo do País. Para 78% dos entrevistados, o presidente Lula é confiável, enquanto 18% disseram não confiar no presidente.

A pesquisa, que será divulgada amanhã pelo Diário do Comércio, foi realizada com 2.002 eleitores em 144 municípios de todo o Brasil. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Esta pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o protocolo nº 3196/2010.
Fonte: Yahoo Brasil

sábado, 13 de fevereiro de 2010



O formato da bandeira segue as mesmas mesmas medidas aplicadas a bandeira nacional: 20 módulos por 14 módulos.
Pavilhão de goles (vermelho) representando a cor da terra, a fertilidade e simboliza o entusiasmo, a coragem e o espírito de luta do povo de Londrina.
Quatro estrelas eqüidistantes e centradas de prata, postas em cruz lembrando o Cruzeiro do Sul e aludindo aos quatro continentes de onde vieram os pioneiros fundadores de Londrina.
Eqüidistantes, as estrelas simbolizam ainda, a expansão em todos os sentidos e direções, os braços abertos aos quatro pontos cardeais e ao equilíbrio

Lula diz que declarações de FHC sobre Dilma são "falta de respeito




O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (12) durante entrevista à uma rádio de Goiânia que as declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata do PT à Presidência da República, "são uma falta de respeito".
Nesta semana, FHC afirmou que Dilma "não era uma líder, apenas reflexo de um líder." Ele também chegou a afirmar que a ministra era "um boneco" que era "manipulada"pelo seu "ventríloquo" Lula

"Acho que as declarações do ex-presidente Fernando Henrique são uma falta de respeito. Ele nem conhece a Dillma. Ele deveria esperar a campanha começar para criticar", disse o presidente ao ser questionado. Até agora, Lula tinha evitado polemizar com FHC e disse durante a entrevista que não quer que a ministra comente as declarações. Na avaliação de Lula, o que está acontecendo com o ex-presidente é que ele vive um período de nostalgia e está magoado. "O que está acontecendo é coisa de nostalgia, porque o [Geraldo] Alckmin não quis ele em 2006 e o [José] Serra não quer ele agora. Acho que é uma coisa pequena da parte dele. Ele tem uma mágoa do meu governo ser tão reconhecido no país e o Brasil ser tão reconhecido internacionalmente", afirmou Lula.
Segundo Lula, FHC não "imaginava que o governo [de Lula] desse certo." "Acho que ele se sente mal quando me vê recebendo o prêmio de personalidade do ano do Le Monde, o prêmio do El País, o prêmio de governante mundial em Davos", atacou Lula.
Ao jornal americano "Miami Herald", o ex-presidente disse que Dilma é "autoritária" e mais “dogmática” que Lula

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"PT o partido do Brasil"


Partido dos Trabalhadores: 30 anos que mudaram a História do Brasil

O PT nasceu, em 10 de fevereiro de 1980, com um objetivo ousado: mudar o Brasil. A missão de romper práticas que beneficiavam poucos e só aumentavam a desigualdade social seria uma tarefa árdua, mas após 30 anos desta existência, marcada por muitas lutas em favor dos trabalhadores e trabalhadoras, o Partido e sua militância mostraram que a democracia é o caminho certo.

Mas não só de trabalhadores foi construído o PT: estudantes, desempregados, negros, mulheres, sem terras, sem tetos, empresários, professores, movimentos religiosos e muitos outros setores ingressaram no Partido acreditando em um movimento diferente. Um partido que saberia tratar com a pluralidade dos cerca de um milhão de filiados e filiadas.

No início da década de 1980, após o período da ditadura militar, a fundação do PT, significou a construção de uma instituição representativa para a qual convergiram os novos movimentos populares e sindicais e se agregaram intelectuais e militantes cristãos, numa tentativa de oferecer um canal partidário institucional.

Foram, sobretudo, esses setores previamente mobilizados que, ao se organizarem no PT, responderam de modo organizado e sistemático à palavra de ordem “Diretas Já!”.Esta foi a primeira grande batalha pela democracia travada no país. E o PT, e outros aliados que caminhavam juntos, tinha a convicção de que só um país com bases democráticas poderia propiciar tais acontecimentos.

E assim, o Partido foi criando densidade por todo país. Em 1982, houve a primeira grande disputa eleitoral, quando o operário Luiz Inácio Lula da Silva candidatou-se ao governo de São Paulo. O êxito do PT naquele momento foi despontar como uma alternativa no cenário político reafirmada quando, em 1986, Lula foi eleito deputado federal constituinte, junto com tantos outros companheiros e companheiras que, por meio da revisão da Constituição Brasileira, garantiram direitos e políticas públicas fundamentais ao processo que tem sido construído ao longo destes 30 anos.

Em 1989, o PT, com Lula como candidato à presidência, chegou muito perto de governar o Brasil, perdendo a eleição para um candidato que, com pouco tempo de governo, teve o mandato cassado após grande pressão popular, principalmente dos estudantes, com o movimento “caras pintadas”.

Mas mesmo sem ter o comando do governo federal até 2003, o PT demonstrou em seus governos estaduais e municipais e em todas as instâncias parlamentares, sua forma de administrar e legislar. A política, orquestrada por Lula e seguida por administradores e parlamentares, mostrou quais são as prioridades: maior investimento em políticas públicas nas áreas sociais, aliado ao incentivo do desenvolvimento local e sustentável e rigor e transparência na gestão pública e em todas as instâncias políticas.

Importante frisar que não só no campo institucional o PT faz diferença. Ele continua atuando e propondo mudanças, por intermédio dos movimentos sociais. Um exemplo disso e que o PT foi o primeiro a, de fato, incentivar a participação feminina na política, instituindo cota obrigatória em todos os níveis de direção. Fórmula que depois se transformaria em Lei Eleitoral.

E, enfim, em 2002, com toda essa construção histórica, este Partido de massas, democrático e socialista, elegeu Lula à presidência da República. Lula que, reeleito em 2006, está promovendo as mais significattivas mudanças já vistas pelo povo brasileiro que já tiraram mais de 30 milhões de pessoas da linha da miséria.

Os erros, naturais numa democracia jovem como a brasileira, ajudaram a amadurecer o PT e a torná-lo mais assertivo. Mas, sem a menor dúvida, os inúmeros acertos do PT ao longo destes 30 anos estão e sempre estarão à serviço do povo brasileiro. O Partido continuará a buscar e implementar as demais transformações ainda fundamentais para que o Brasil tenha, cada vez mais, uma sociedade democrática, justa e igualitária.

SIDNEI SANTOS SILVA
Presidente do Partido dos Trabalhadores de Londrina, formado em Administração de Empresas pela PUC-Londrina.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

"Você já sabia, Paulo Bernardo fica no governo"



Conforme este blog já havia anunciado em postagem do dia 12 de maio de 2009, a respeito da eventual permanência do Ministro Paulo Bernardo no governo Lula, agora confirmado e veiculado em diversos meios. Você que acompanha o Havaneiro já sabia . . .
(Post publicado dia 12 de maio de 2009)

Vejam bem , a cada dia se aproxima mais as eleições presidenciais , em pouco mais de um ano os brasileiros e brasileiras estarão elegendo seus deputados estaduais e federais, senadores, governadores, e presidente da república, neste enrredo é notório ou quase isso , que haverá uma polarização entre PT e PSDB, o primeiro provavelmente tendo como candidata a ministra Dilma Roussef e o segundo , provavelmente tendo como candidato o governador de São Paulo José Serra, Agora vejamos no caso especifico de PT e do Presidente Lula, e mais especificamente sobre a condução do governo durante uma campanha presidencial onde ele (Lula) não será candidato, hoje quem teria as condições técnicas e políticas de manter o governo funcionando durante a eleição , e quem seria o quadro que daria suporte ao presidente nesta etapa, é importante lembrar que o bom funcionamento do governo passa pela Casa Civil, pasta que ficará vazia com a eventual renúncia da ministra para disputar a presidência . . .Quem assumira este posto estratégico nesta etapa? Não existem muitos nomes nem no governo e nem no própio partido do presidente, para ocupar tao honrosa tarefa, alguns nomes surgem na baila,seria o melhor nome o do ministro Paulo Bernardo? Teria hoje ele as melhores condições de permanecer no governo e tocar a Casa Civil? Ou os ministros Tarso Genro, Guido Mantega, Patrus Ananias, Luiz Dulci, a meu ver os nomes com tarimba pra esta empreitada se resumem a estes acima citados, e dai? Como será? É algo que já se começa especular nos bastidores da política nacional, e você que acha , deixe sua opinião aqui, e vote na enquete sobre o tema.