quarta-feira, 27 de maio de 2009

"Médicos formados em Cuba vivem impasse"

O reconhecimento de diplomas estrangeiros é um processo longo, que fica a cargo das universidades públicas e tem custo elevado. Acordo Brasil e Cuba, que auxiliaria na questão foi barrado na Câmara

Jovens brasileiros que tiveram a oportunidade de se formarem em medicina na Escuela Latinoamericana de Medicina (Elam), que fica em Havana, Cuba, encontram dificuldades para exercerem a profissão aqui no Brasil.
O motivo é o não reconhecimento de seus diplomas que, para valerem no território nacional, precisam ser revalidados. O processo de reconhecimento, de acordo Afonso Magalhães, secretário de relações internacionais da Central de Movimentos Populares (CMP), é burocrático e tem um alto custo. “Está saindo por 25 mil o diploma revalidado”, relata.
O mesmo afirma o médico Roberto Trindade, que se formou em Cuba e não pode trabalhar no Brasil por causa deste processo. Segundo ele, a revalidação fica sob responsabilidade das universidades públicas que oferecem os mesmos cursos e é feita conforme as regras de cada instituição, além disso, a cobrança de taxas não é regulada pelo Ministério da Educação(MEC).
“O grande problema, é que não existe um padrão, uma diretriz que seja bem estabelecida. As faculdades abrem inscrição quando querem, cobram o que querem tanto nas taxas de inscrição como no conteúdo. A análise curricular também é bem diferenciada, o processo não é homogêneo, dificulta bastante e burocratiza a revalidação”, descreve o médico.
Trindade, que sempre teve o desejo de cursar medicina, chegou a prestar vestibular por duas vezes em universidades públicas brasileiras, porém não obteve pontuação necessária para a aprovação. Ele, que é integrante da Educafro, ao surgir a oportunidade de ir para Cuba estudar através da entidade, se candidatou ao processo de seleção e foi aprovado. Em 2000, ao chegar à ilha caribenha, Trindade conta que por cinco meses passou por um curso preparatório, chamado Pré-médico, que tem como finalidade igualar o conhecimento de todos os alunos da Elam para então iniciarem os estudos da medicina. “A partir daí, em setembro de 2000, comecei o primeiro ano de medicina. O ensino é muito puxado, nós sofremos avaliações quase que diariamente”, descreve.
As vagas oferecidas pelo governo cubano na Elam são destinadas a pessoas de baixa renda que tenham o Ensino Médio completo e idade inferior a 25 anos, as quais devem ser indicadas por movimentos sociais ou partidos políticos.
Entraves
Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Decreto Complementar 346/2007, que trata do Ajuste Complementar ao Acordo de Cooperação Cultural entre o Brasil e Cuba, para reconhecimento de Títulos de Medicina expedidos pela Elam. O projeto já foi aprovado nas Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Constituição e Justiça.
No entanto, foi reprovado na Comissão de Educação e Cultura, através do pedido de rejeição do acordo diplomático feito pelo deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES). De acordo com o parecer dos parlamentares existem pontos divergentes no acordo.
Eles defendem que haja a submissão dos médicos formados em Cuba a uma prova de proficiência ou exame nacional coordenado pelo MEC, devido incompatibilidade da grade curricular entre o curso de medicina dos dois países.
Afonso Magalhães, que acompanha os médicos vindos de Cuba, afirma que, de acordo com a legislação, a prova de proficiência só deve ser feita quando há incompatibilidade total das grades curriculares, o que não é o caso da Elam em comparação com as universidades brasileiras.
“O currículo é compatível com algumas nuances que precisam se complementar como é o caso da parte epidemiológica e da parte do SUS”, relata Magalhães o que foi constatado pela Comissão Interministerial que visitou Cuba em 2004.
“Nós temos uma formação para trabalhar e temos a intenção de trabalhar na atenção primária da saúde”, afirma Trindade em relação a alegação de necessidade de especialização dos médicos para o exercício da profissão no Brasil. Segundo ele, na formação que recebem em Cuba, os médicos tem acesso a procedimentos considerados de alta complexidade, sabendo assim quando pedi-los e como interpretar seus resultados.
Sobre estas divergências, Roberto Trindade argumenta que trata-se de algo “que se pode aprender”. “Nós não nos negamos a fazer uma complementação disso se é que se acha tão necessário . Mas acho que é uma coisa que não impede o nosso trabalho de forma alguma”, defende o médico.
Tomado: Jornal Brasil de Fato

terça-feira, 26 de maio de 2009

"Urgente"


Mensagem de solidariedade . . .
A Jovem Larissa Góes Costa, Vitima de um acidente próximo a Warta no último sábado que ocasionou a morte de sua familia e seu namorado, esta precisando de doadores de Sangue. Quem puder colaborar comparacendo ao IHEL - AV. Souza Naves,667 e dar o nome dela. Ficaremos gratos de coração! Muito Obrigado pela Atenção!!
.
Vamos ajudar galera!
Enviado por MEGLON

quinta-feira, 21 de maio de 2009

"Ciap e servidores da Saúde a novela continua"


A novela continua, chegou a conhecimento deste blog que na ultima terça feira ouve um reunião na vila da saúde, com a presença do Secretário de Saúde Dr. Agajan Der Bedrosian, Dr. Fahad Haddad - Santa Casa, diretores do já famoso Ciap (que passoua a gerenciar o PSF), enfermeiros , agentes de saude, técnicos e demais funcionários do setor. Para tentar esclarecer as coisas desta transição de gerenciamento do PSF, da Santa Casa para o Ciap, nos foi relatado que visivelmente emocionado o Dr. Fahad Haddad da Santa Casa , relatou que existia um acordo entre a Santa Casa e o Ciap, em relação as recisões e recontratações dos servidores que ja estavam na ativa, e pelo visto parece que não foi cumprido, pois muitos dos servidores, estão com seus contratos em aberto, e ninguem sabe quem vai pagar a conta. Alguns dos presentes chegaram a questionar a rapidez com a qual o Ciap foi autorizado a assumir a gestão, já no final do mandato interino de Padre Roque (PTB), outros por que o prefeito Barbosa Neto (PDT), ainda não se manifestou pelo impasse que o própio Ciap tem criado com os servidores da Saúde, o que sim se sabe que a relação entre o Ciap e a maioria dos servidores começa muito ruim e pelo andar da carruagem tende a piorar, por outro lado a outra "Ocip, Ong, Empresa" sei lá . . . segue questionando a legalidade do Ciap no gerenciamento do PSF, isso quer dizer que ainda teremos muitos capitulos desta novela . . .

terça-feira, 19 de maio de 2009

"Cuba prestes a erradicar a Hepatite B"


Uma nova conquista se inscreverá breve no avanço científico do país: Cuba está em vias de eliminar a transmissão da hepatite B, uma infecção severa do fígado causada por um vírus que se adquire por contato direto com o sangue ou outros fluídos corporais como a saliva e o sêmen. Também por via perinatal: da mãe ao filho no momento do parto, e através da lactação.
O alcance do enunciado se esclarece ainda mais quando conhecemos que isso permitirá, do mesmo modo, sentar as bases para que nas próximas três ou quatro décadas se produza a eliminação do câncer hepático e a cirrose dependentes desta doença.
A hepatite B é considerada como o problema médico-social de maiores conseqüências imediatas e futuras, maior que outras enfermidades como a AIDS.
A revista médica inglesa The Lancet em sua edição do dia 17 de maio escreve que quase 500 milhões de pessoas -uma de cada 12 da população mundial- estão infectadas com a hepatite B ou C, "e o que é pior: a maioria nem sequer sabe", e sublinha que se requererá de um compromisso da Organização Mundial da Saúde (OMS) e dos governos individualmente durante um largo período para que se possa garantir o êxito neste importante tema de saúde.
Aproximadamente 1,5 milhões de pessoas morrem cada ano de hepatite B ou C (para esta última ainda não existe vacina, mas sim tratamentos), o que faz que a epidemia seja "uma das ameaças mais importantes para a saúde mundial", motivo pelo que neste ano, como via de alerta universal, declarou-se em 19 de maio como Dia Mundial da Hepatite.
CIÊNCIA E JUSTIÇA SOCIAL
A obtenção e produção a grande escala da vacina recombinante de alta eficácia contra a Hepatite B possibilitou realizar maciças e sistemáticas campanhas que permitem hoje que a população cubana menor de 26 anos se encontre imunizada.
A partir de 1992 todas as crianças ao nascer começaram a ser vacinados contra a hepatite B. Em sucessivas campanhas a imunização contra este flagelo se estendeu aos estudantes, e a grupos de risco como os trabalhadores da saúde, pacientes submetidos à diálise, entre outros, como parte do Programa Nacional de Imunização do Ministério de Saúde Pública (MINSAP).
Um olhar às estatísticas mostra como em 1992 se diagnosticavam em Cuba 2.194 pessoas com hepatite B, 1.344 em 1997, 34 em 2006 e 17 em 2007, para uma redução da incidência desta enfermidade de 99,2%, mostrando a eficácia da vacina e da acertada estratégia de imunização que alcança de forma gratuita a toda a população.
Em 2007 não se diagnosticou um só adolescente menor de 14 anos com a hepatite B. Dos casos reportados (17), duas foram em pessoas com mais de 65 anos, 14 em idades compreendidas entre os 25 e 59 anos, e um só entre os 15 e 24 anos. Desde 1999 não se registram casos em menores de 5 anos.
Do ponto de vista epidemiológico, e de acordo com critérios da OMS e outros organismos internacionais, quando um país reporta menos de 10 casos anuais de uma doença, considera-se eliminada como problema de saúde. Não obstante, mantêm-se as estratégias de vacinação e controle estrito nas doações de sangue, a fim de evitar que os pacientes crônicos possam transmitir a infecção a pessoas ainda não imunizadas.
PREVENIR ANTES DA EXPOSIÇÃO
A estratégia seguida em Cuba se sustenta na premissa técnica de "prevenção antes da exposição ao vírus". Daí a imunização universal a todos os recém-nascidos, a outros grupos de idade e algumas localidades de maior incidência.
A prevenção da infecção perinatal, quando a gestante é positiva ao vírus da hepatite B, também se iniciou em 1992, e, todos os filhos das mães portadoras são acompanhados de forma continua pelos médicos.
Por isso, o esquema de imunização dos recém-nascidos filhos de mulheres não portadoras é diferente do que se aplica a mães que apresentam o vírus. Ao filho das primeiras são administradas três dose da vacina: quando nasce, ao mês e aos seis meses, enquanto que os filhos das portadoras recebem quatro doses: ao nascimento, ao primeiro mês, ao segundo e aos 12 meses. E desde janeiro de 2008 os filhos de mães portadoras também recebem imunoglobulina nos primeiros dias do nascimento antes de iniciar o esquema de imunização.
EM OUTROS PAÍSES
Desde mês de maio o Peru está realizando uma campanha de vacinação para prevenir a hepatite B que atinge toda a população. Mais um exemplo de responsabilidade em saúde pública de governos preocupados com a epidemia. Fonte Revista Digital Lab. Oswaldo Cruz.

É incrivel como se pode fazer muito quando se tem vontade politica , e se elegem prioridades , e a maior prioridade de um país deve ser manter a saúde dos seus habitantes. Parabéns a Cuba e ao seu governo Revolucionário.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

"A vida de José Martí"



* Sidnei Rodrigues de Faria.

Em maio de 1953 um grupo de jovens autodenominou-se a Geração do Centenário do Apóstolo da independência cubana. Este grupo era liderado pelo jovem advogado Fidel Catro Ruz e vivia sob a ditadura de Fulgêncio Batista em Cuba.
Neste mesmo ano a Geração do Centenário faria o ataque ao quartel Moncada no dia 26 de julho durante o carnaval que era marca do fim da colheita da safra de cana de açúcar na cidade de Santiago de Cuba e daria início ao terceiro momento do processo de lutas pela verdadeira independência cubana iniciado em 1868 por Carlos Manuel de Céspedes e depois por José Martí em 1895.
Ao ser preso pela ditadura depois do ataque ao quartel Moncada, Fidel Castro questionado sobre quem era o autor intelectual do ataque não teve dúvidas e disse: “José Martí”. A presença do apóstolo na consciência cubana é profunda e inspiradora. Ele é símbolo do homem de ideais e de armas quando necessário.
Dos membros da Geração do Centenário, poucos sobreviveriam para ver Fidel Castro entrar em Havana no dia 08 de janeiro de 1959 como líder da recém vitoriosa Revolução Cubana.
Nos próximos textos entraremos na história da Revolução, seus passos iniciais rumo à construção da liberdade, assim como desejamos refletir sobre temas polêmicos do país e ainda que timidamente contar um pouco de nossa experiência pessoal na Ilha.
Homem fundamental na história cubana é José Martí. Poeta, jornalista, ensaísta, professor de literatura, advogado e filósofo, escritor de livros para adultos e crianças, diplomata em nome da Argentina e Uruguai e líder do Partido Revolucionário cubano. Estas e outras atividades desempenhou em sua curta e fulgurante existência entre 1853-1895.
Nossa América
José Martí trouxe para os latino americanos a percepção do perigo do poder dos EUA sobre os povos ao sul do Rio Bravo e mais que isso trouxe-nos sua visão de como deveria Nossa América em contraponto à América do norte: os EUA.
Antes dos modernistas brasileiros criarem o conceito de antropofagia cultural do qual o livro Macunaíma de Mário de Andrade é o maior exemplo, Martí já propunha a construção de uma sociabilidade latino americana. A Nossa América para ter sentido deveria construir sua civilização sobre seus próprios valores herdados dos índios, negros, migrantes de diferentes partes do mundo e até dos europeus incorporando os aspectos positivos das culturas de fora, mas mantendo como tronco principal nossos valores e nossas tradições.
Considerava que os Estados Unidos da América do norte tinham grandes homens no seu passado como Washington e Lincon, mas, não ofereciam nada de novo ao mundo. As treze colônias reproduzem o mesmo ideal de sociedade da européia com suas virtudes e seus erros. Ou seja, para existir com dignidade não podemos copiar fórmulas de fora, distantes de nossa cultura e de nossas raízes latinas, “Ou inventamos ou erramos” vaticinou San Simón.
Vida curta e intensa
Nasce sob o nome de José Julián Martí Pérez em 28 de janeiro de 1853 na cidade de Havana. Sua casa natal atualmente é um belo e singelo museu pintado de amarelo do lado de fora e fica próximo à estação de trens de Havana. Nele podemos encontrar cartas, fotos, documentos e alguns dos seus escritos.
Seus pais eram espanhóis pobres que haviam migrado a Cuba em busca de uma vida melhor e tiveram sete filhas e o caçula. Teve como professor e preceptor Rafael Maria de Mendive que era dono de um colégio, o San Pablo e que percebeu no menino sem recursos para pagar a educação um prodígio. Aos treze anos de idade tenta traduzir ao espanhol os poemas de Byron e o teatro Hamlet, de Willian Sheakspeare. Participa de recitais de poesia e se interessa por cultura e ciências.
Aos 15 anos fará poemas apoiando a primeira guerra de independência de Cuba e manifesta sua rejeição aos cubanos que apóiam o domínio espanhol ao invés de lutarem por seu país. É um leitor atento e criativo de escritores de todo o mundo.
Aos 16 anos será levado a julgamento por ser a favor da independência de Cuba frente à Espanha.
Neste momento Martí como cada um de nós em algum momento de nossa vida, se vê diante do dilema de negar as acusações que pesavam sobre ele e aceitar uma vida cômoda em Cuba dedicando-se à vida intelectual descompromissada e perto de sua família mesmo vendo o país sob opressão e exploração espanhola ou fazer como dissera Charles Dickens de viver o desafio de ser o herói e profeta da própria história. A segunda foi a escolha do jovem intelectual mesmo sabendo que sua escolha implicaria em dor para ele e sua família. Não quis renunciar aos seus valores. Ao invés de fugir às acusações, as assume e faz do seu julgamento um espaço para defender a liberdade de Cuba sendo então condenado a quebrar pedras em um campo de trabalhos forçados. Depois de seis meses nesta situação desumana é enviado para a Ilha de Pinos, atual Ilha da juventude e um ano mais tarde aos 18 anos é condenado ao exílio na Espanha.
Degradado irá viver na Espanha, México, Guatemala e mais de dez anos em Nova Iorque nos EUA. Por toda parte defende por escrito, em debates com cubanos que vivem no exterior e em manifestações públicas a independência cubana.
Será nos EUA onde desenvolverá parte de sua produção intelectual, compreenderá o nascente imperialismo americano e onde começará a reunir os revolucionários cubanos que haviam assinado um cessar fogo com a Espanha em 1878 para reiniciarem a segunda guerra de independência.
Morte em combate
No início de 1895 Martí é nomeado líder máximo do Partido revolucionário Cubano e líder militar do grupo independentista partindo para a Ilha junto de Máximo Gómez, António Maceo e suas tropas.
No dia 19 de maio morre em batalha. Deixa poemas, contos, ensaios, a revista infantil Idade de Ouro. Fica um conjunto de cartas e ensaios nos quais defende os valores de uma América latina mestiça e que por isso mesmo é criativa e novidade para um mundo sem equilíbrio. Duas grandes guerras do século XX provarão que Martí tinha razão de que o projeto de vida capitalista europeu - estadunidense de vida em sociedade estava fadado ao fracasso.
Em 1899 Cuba torna-se independente da Espanha, mas agora sob o domínio dos EUA. Ainda demorarão muitos anos para que os sonhos martianos sejam realizados.
Na véspera de sua morte deixa uma carta incompleta ao amigo mexicano Manuel Mercado: “Estou todos os dias em perigo de dar minha vida pelo meu país e pelo meu dever - entendo e tenho ânimo de realizar isso - de impedir a temp, com a independência de Cuba, que se estenda pelas Antilhas os Estados Unidos e caiam com esta força a mais sobre nossas terras da América. Tudo que fiz até hoje e farei é para isso. (...)”.
Na cidade de Santiago de Cuba no cemitério de Santa Ifigênia descansam os restos mortais deste grande filho da América. A cada meia hora um pequeno grupo de militares faz uma breve cerimônia de troca de guardas de honra em frente ao mausoléu.
São quase cinco da tarde. Aos poucos o sol vai dando lugar às sombras que refrescam o dia quente do Caribe. Olho em volta e vejo árvores, um grupo de meninos que voltam da escola com seus uniformes tortos e sujos.
Sinto o tamanho dos sonhos deste que em vida encontrou luta e sofrimento. Vejo que Martí repousa em Paz. A Nossa América para além de teorias cabe aqui nesta tarde de julho. De volta para casa vou lembrando a frase do apóstolo de que “Pátria é humanidade”.
* Médico generalista graduado na Escola Latinoamericana de Medicina- ELAM.

Para conhecer mais sobre José Martí:

1- Associação cultural José Martí de Minas Gerais. Fone (31) 32220118; 32220118; 88336288 e Fax: (31)32220118. E-mail acjmmg@ig.com.br
2- Associação de pais e apoiadores dos estudantes brasileiros em Cuba. E-mail: apacdf@gmail.com Página na Internet: http://www.programandoofuturo.org.br/apac/
3- http://www.guantanamera.org.br/marti.htm