Como já haviamos adiantado aqui neste blog, o PT de Londrina optou pela neutralidade neste novo 2º turno, ou seja nem Hauly e nem Barbosa, definiu-se também que o PT não fará parte de um futuro governo, além de haver liberado a militância do partido para votar da forma que cada um julgue conveniente.
O PT com esta decisão mostra-se unido e coerente nas suas ações, e sai fortalecido para seguir defendo o futuro de Londrina, do Paraná e do Brasil.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
"PPS na Berlinda"
Noticias de um ator politico influente na cidade , e conhecedor exímio das entranhas do PPS, afirma que o diretório municipal de Londrina, poderá sofrer intervenção nacional, para evitar que o partido aqui em Londrina, siga no barco Barbosa-Belinatista, vamos conferir se é verdade . . .
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
"Incoerência Popular Socialista"

Definitivamente o PPS (Partido Popular Socialista) o mesmo que nasceu do antigo PCB ou partidão, parece que no caso londrinense o PPS ou parte dele utilizou o significado figurado da palavra Tática "Meios postos em prática para sair-se bem de qualquer coisa" (Dicionário Eletrônica Aurelio), ou levou ao extremo o significado da palavra Estratégia: P.ext. "Arte de explorar condições favoráveis com o fim de alcançar objetivos específicos." (também do Aurélio), falta agora descobrir como se "sairão bem, e quais são os objetivos especificos", ao aderirem o barco Barbosa-Belinatista. Vale lembrar que estiveram juntos no primeiro turno, depois separados e o PPS (de Tercilio Turini) ficou indignado com o apoio de Barbosa a Belinati no segundo Turno, e agora voltam a abraçar Barbosa e de brinde levam Belinati e sua turma.
"PT Londrinense X 3° Turno"
O Partido dos Trabalhadores da cidade de Londrina, oficialmente definirá seu posicionamento sobre o terceiro turno, em plenária a ser realizada no próximo sábado e a tendência no partido é de que se defina pela neutralidade neste novo processo, e liberar a militância , e vetando a participação de qualquer filiado num eventual novo governo, seja ele de Barbosa ou de Hauly, por que ambos candidatos representam ora projetos antagônicos, (PSDB) ora alianças que levariam a cidade de volta ao passado populista corrompido (PDT), ainda que possam existir expoentes partidários que admitam apoio a um ou outro candidato, isso não necessariamente representa a posição do PT Londrinense. Por isso esperaremos a decisão oficial a ser tomada neste sábado.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
"Referendo na Venezuela"


CARACAS (Reuters) - Moradias populares, clínicas e até um novo teleférico mantêm a popularidade do presidente Hugo Chávez na favela de San Agustín, em Caracas, e ajudam a explicar a possível vitória dele no referendo que lhe autorizaria a prolongar sua permanência no poder, que dura dez anos.
Homem de raízes humildes, Chávez confia na sua persistente popularidade entre os pobres para vencer o referendo de domingo, sobre uma reforma constitucional que eliminaria os limites para a reeleição de ocupantes de cargos majoritários.
As pesquisas indicam uma ligeira vantagem de Chávez, mas o resultado pode mudar se o comparecimento for baixo ou se a oposição conseguir convencer os indecisos a votarem "não". Caso a proposta seja derrotada - como já foi num referendo em 2007 -, Chávez terá de deixar o governo em 2013.
San Agustín é um entre as centenas de bairros populares nos morros que cercam Caracas e onde vivem grande parte dos seus cerca de 5 milhões de habitantes.
Embora problemas como a criminalidade tenham abalado a popularidade do presidente, ele continua sendo muito bem visto entre a população por ter investido em clínicas populares e em projetos de desfavelização. Um teleférico a ser inaugurado em breve poupará os moradores de várias horas semanais de caminhadas pelo morro.
"Ele é o único presidente que realmente trabalhou pelos pobres", disse María Acosta, 77 anos, recebendo atendimento gratuito de médicos cubanos. "Se eu pudesse amarrá-lo na cadeira para não nos deixar, eu amarraria."
Tal paixão é típica dos chavistas mais ardorosos, que compõem cerca de um terço do eleitorado. "Se alguém tem uma boa esposa, não troca. Bom, é assim que nos sentimos com esse homem", disse Acosta.
A pobreza na Venezuela cresceu na década de 1990, uma época de grave crise econômica, e voltou a cair depois da posse de Chávez, em 1999. O apoio ao presidente, especialmente entre os mais pobres, subiu junto com a cotação do petróleo, o que permitiu que o governo distribuísse riquezas, subsidiasse alimentos e elevasse os salários.
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