sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
"PT Londrinense"
O Partido dos Trabalhadores da cidade de Londrina, fez na ultima sexta feira uma reunião ampliada de sua executiva municipal para deliberar sobre a posição do partido frente ao terceiro turno municipal, entre um discurso e outro e as dificuldades ideológicas , conceituais, e conjunturais de estar com um ou outro candidato, ficou definido que a posição oficial do partido será definida em uma plenária partidaria na próxima semana. Até lá segue o suspense . . .
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
"R$ 70 milhões em obras são licitadas pelo DNIT no Paraná, 25 milhões só para Londrina"

R$ 70 milhões em obras são licitadas pelo DNIT no Paraná
O deputado federal André Vargas informou nesta terça-feira, 03/02, que o DNIT – Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transporte - está licitando R$ 69.297.063,56, referentes a sete viadutos que serão construídos nas cidades de Londrina (três viadutos), Ponta Grossa (três viadutos) e um em Santo Antônio da Platina.
Os recursos para as obras, rodoviárias e ferroviárias, foram destinados pelo deputado federal André Vargas, que compõe a Comissão Mista de Orçamento, e foi relator no final do ano passado Projeto de Lei 11.647/08, publicado no Diário Oficial da União do dia 11/12/08, que remanejava recursos do Orçamento da União, e conseguiu incluir recursos para o Paraná que não receberia nenhuma verba para este fim.
Serão construídos em Londrina os viadutos ferroviários da rua Clarice de Lima Castro e da rua Primo Campana, junto ao Pool de combustíveis, além do chamado viaduto da PUC, na BR 369, zona Oeste.
"PPS e agora?"

É o PPS londrinense deve definir hoje que conduta tomar em relação o 3º turno em Londrina, depois de apoiar Barbosa Neto (PDT) no primeiro turno, e ir de Hauly (PSDB) no segundo, e ver ambos serem derrotados e ainda ter que pagar o ônus ainda que indireto de Barbosa (candidato apoiado pelos socialistas no primeiro turno) esquecer o que disse e embarcar na canoa furada de Belinati (PP) no segundo turno, e como se não bastasse toda esta confusão na cabeça do PPS local, a justiça eleitoral determinou que as coligações formadas no primeiro turno não devem ser alteradas. Assim que bicho vai dar ou melhor vai sair desta reunião, ai Sr. Turini . . . desejo lhe boa sorte . ..
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
"Carta"
(Humor)
Zé,
Priciso ti contá esta história.
Tava eu numa noite dessas procurando uma loja de coisas da tua profissão prá comprá o seu presente de Natal, quando encontrei um predião quem me apontaram, tudo aceso, cheio de gente.
Eta turma boa.
Perguntei: "Aqui é loja de pedreiros?" - Invés de resposta, só foi abraço. Descobriram logo que sou mecânico, Zé, porque todo mundo me perguntou onde ficava a minha oficina.
Lojona bonita aquela, com quadros, tapetes, ventiladores, até livro de visita tinha que assiná. Gozado, com aquele calorão doido, queriam saber quantos graus estava fazendo e não tinha termômetro. Devia tá mais de 30, então "carquei" lá no livrão: 33Acho que acertei na mosca, porque todo mundo me abraçava bastante.
Depois todo mundo entrou pro salão onde tava as mercadorias. Tinha cuié de pedreiro, Prumo, Nível, Esquadro, alavanca, Compasso, Régua, até pedra. Tinha também mesas e cadeiras que num acabava mais. Acho que algumas tava com o tampo solto porque os caras pegaram uns martelinho e começaram a batê. Até a porta devia está empenada, porque um sujeito começou a batê com o cabo de um espeto.
Depois pensei que um indivíduo lá era cego. Perguntou onde sentava o fulano . . ., onde sentava o sicrano . . ., queria saber que horas eram . . ., coitado! Teve um espírito de porco que falou prá ele que era meio-dia em ponto. E não é que ele acreditou!
Depois outro sujeito foi perto dele e começaram a cochichar aqui e ali.Um deles reclamou de um tal de Arão que fez um estrago com óleo. Disse que derramou na cabeça, na barba e no vestido de uma tal Dona Orla. Confirmei que o cara era cego mesmo porque ele falou que a Loja tava aberta e então eu olhei e vi que tava fechada.Nessa hora notei que até lá você era conhecido. Sentiram sua falta e começaram a perguntar " e o Zé , e o Zé, e o Zé?"
Depois aguentei um tempão um sueito falá umas baboseiras que não entendi nada e, até que enfim, mandaram fazer as propostas. Veio outro sujeito recolher elas com saquinho e então mandei a minha: dava cinquenta mangos naquela corda pindurada lá em cima, toda enroscada.
Sabe? O cara tava se fazendo mesmo de cego. Ele leu a minha proposta e não disse nada. Acho que fui munheca demais. Aí inventaram que estava chovendo, que tinha goteira na Loja e acabaram me pondo prá fora.
Tá certo, Zé , era justo, era perfeito.
Mas se acharam pouco o valor que eu escrevi, bem que podiam fazer uma contraproposta, não acha?
Autor desconhecido
Zé,
Priciso ti contá esta história.
Tava eu numa noite dessas procurando uma loja de coisas da tua profissão prá comprá o seu presente de Natal, quando encontrei um predião quem me apontaram, tudo aceso, cheio de gente.
Eta turma boa.
Perguntei: "Aqui é loja de pedreiros?" - Invés de resposta, só foi abraço. Descobriram logo que sou mecânico, Zé, porque todo mundo me perguntou onde ficava a minha oficina.
Lojona bonita aquela, com quadros, tapetes, ventiladores, até livro de visita tinha que assiná. Gozado, com aquele calorão doido, queriam saber quantos graus estava fazendo e não tinha termômetro. Devia tá mais de 30, então "carquei" lá no livrão: 33Acho que acertei na mosca, porque todo mundo me abraçava bastante.
Depois todo mundo entrou pro salão onde tava as mercadorias. Tinha cuié de pedreiro, Prumo, Nível, Esquadro, alavanca, Compasso, Régua, até pedra. Tinha também mesas e cadeiras que num acabava mais. Acho que algumas tava com o tampo solto porque os caras pegaram uns martelinho e começaram a batê. Até a porta devia está empenada, porque um sujeito começou a batê com o cabo de um espeto.
Depois pensei que um indivíduo lá era cego. Perguntou onde sentava o fulano . . ., onde sentava o sicrano . . ., queria saber que horas eram . . ., coitado! Teve um espírito de porco que falou prá ele que era meio-dia em ponto. E não é que ele acreditou!
Depois outro sujeito foi perto dele e começaram a cochichar aqui e ali.Um deles reclamou de um tal de Arão que fez um estrago com óleo. Disse que derramou na cabeça, na barba e no vestido de uma tal Dona Orla. Confirmei que o cara era cego mesmo porque ele falou que a Loja tava aberta e então eu olhei e vi que tava fechada.Nessa hora notei que até lá você era conhecido. Sentiram sua falta e começaram a perguntar " e o Zé , e o Zé, e o Zé?"
Depois aguentei um tempão um sueito falá umas baboseiras que não entendi nada e, até que enfim, mandaram fazer as propostas. Veio outro sujeito recolher elas com saquinho e então mandei a minha: dava cinquenta mangos naquela corda pindurada lá em cima, toda enroscada.
Sabe? O cara tava se fazendo mesmo de cego. Ele leu a minha proposta e não disse nada. Acho que fui munheca demais. Aí inventaram que estava chovendo, que tinha goteira na Loja e acabaram me pondo prá fora.
Tá certo, Zé , era justo, era perfeito.
Mas se acharam pouco o valor que eu escrevi, bem que podiam fazer uma contraproposta, não acha?
Autor desconhecido
Assinar:
Comentários (Atom)